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ou do fim das lamúrias
toda a humanidade brinca agora de enterrar astros,
com a comoção de uma entristecida caravana,
jogar terra e lágrimas no rosto do corpo que se foi.
então, resolvo despir todas estas palavras
(já que seu corpo também se foi)
retirar-lhes a roupa e o sentido
de um sentimento
que
puf,
onde está?
nos corações cavados chorei um orgasmo muito mais sincero
do que muitas das palavras para mim escritas
foi bom Rever
aquele quarto nosso-número-kármico-menos-um
e ver que o menos um
esvazia todo o resto,
dormir ironicamente de cabeça para baixo
quase que em desrespeito
à cruz
que carreguei
(sozinho).
sabe?
cansei da historieta inventada
dos eu-te-amos jogados
no ar
mais rarefeito
que até mesmo
você.
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